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A Prioridade em Ilhota: aumentos individuais ou a tão necessária reforma geral?

Da redação/José Macedo

A 37ª Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Ilhota, realizada na noite de hoje(14) , revelou uma lacuna lacerante na base política municipal: a gestão dos recursos e a política de valorização dos servidores.

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Embora a aprovação do reajuste para um cargo comissionado na Ilhota Prev tenha sido tecnicamente justificada pela necessidade de adequação ao Tribunal de Contas, o debate gerou um questionamento crucial: a Câmara está priorizando a correção de pendências pontuais ou a justiça salarial para a maioria?

O voto contrário da bancada do PP ao Projeto de Lei Complementar nº 32/2025, que mais que dobra o salário de um cargo na Previdência, não é apenas um sinal de oposição, mas um sintoma de que a Casa precisa redirecionar o foco.

É louvável buscar a qualificação do gestor da Ilhota Prev, mas a resistência é legítima: como justificar um aumento individual expressivo enquanto a prometida Reforma do Plano de Carreira – que beneficiaria roçadores, auxiliares e os servidores de menor remuneração – segue em fase de espera?

Os argumentos da base governista, liderada pelo presidente Chico, apontam que o aumento percentual é “injusto” por beneficiar mais quem já ganha bem. No entanto, o contraponto é me vem de imediato e pergunto ao excelentíssimo Chico Caroço, “um aumento que dobra o valor de um cargo comissionado não seria o cúmulo da injustiça? “

A verdade é que, no momento, a reforma é a única via para criar um sistema verdadeiramente equitativo, aproximando o “salário mínimo do máximo” e corrigindo distorções históricas, como a falta de progressão e a concessão de insalubridade.
E será que preciso escrever numa tábua rasa e descer a montanha do Baú com barbas e voz trovejante para ser entendido?

Mas sigamos. Ainda no front da valorização, o apelo utópico do vereador Custódio para que os professores possam realizar sua aula-atividade em casa é uma cobrança que ultrapassa o protocolo. Não se trata apenas de um “parabéns” pelo Dia do Mestre, mas de uma exigência por condições dignas de trabalho, afastando o professor do ruído e do estresse para garantir que o planejamento chegue às crianças com a qualidade merecida.

Deixe sua sugestão amigo, leitor e escolha a próxima pauta, que tal a gente falar sobre Segurança?

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