O cenário do fisiculturismo mundial está de luto após a confirmação da morte de Dwayne Quamina, conhecido como “King Q”, aos 40 anos, no último domingo (16). O atleta, que também serviu nas Forças Armadas dos Estados Unidos, deixou um legado de superação e dedicação ao esporte, com passagens marcantes pelo palco do Mr. Olympia. A causa do óbito não foi divulgada pela família.
A notícia foi compartilhada nas redes sociais por sua esposa, Leah Jerez, que prestou uma homenagem emocionante ao competidor.
“Eu costumava dizer isso em parte como uma piada sobre um cara que se dedicou tanto ao fisiculturismo, mas a verdade é que sua força física era provavelmente o tipo de força menos notável que ele tinha”, escreveu ela.
A morte de Quamina ocorre de forma inesperada, já que o fisiculturista estava em plena atividade. Poucos dias antes de falecer, ele competiu no Lenda Murray Atlanta Pro, onde garantiu a sexta colocação na categoria 212. O atleta vivia um retorno aos palcos, tendo voltado às competições em 2025, quando conquistou o terceiro lugar no Chicago Pro, após um breve período de aposentadoria iniciado em 2020.
Ao longo de sua carreira, um dos pontos altos foi sua participação no Mr. Olympia de 2018, onde alcançou a décima posição na categoria 212, consolidando seu nome entre os grandes nomes do fisiculturismo mundial. Além das glórias esportivas, ele era respeitado por sua trajetória como militar, integrando as Forças Armadas dos EUA, uma formação que, segundo relatos de colegas, moldou sua disciplina rigorosa nas academias.
























