O Pix por aproximação deixa de ter o limite fixo de R$ 500 por transação a partir desta quinta-feira (1º). A mudança foi estabelecida pelo Banco Central por meio da Instrução Normativa BCB nº 746, publicada em junho, e permite que os próprios usuários solicitem aos bancos o aumento ou a redução dos limites da modalidade.
A retirada do teto específico não significa que as transações passarão automaticamente a ter valores maiores. Os limites continuarão sendo definidos de acordo com as configurações da conta e com as regras de gestão de limites disponibilizadas pela instituição financeira.
Segundo o Banco Central, a nova regra também alcança pagamentos iniciados por aproximação por meio de carteiras digitais compatíveis e operações realizadas pela chamada Jornada Sem Redirecionamento (JSR), do Open Finance. A mudança busca aproximar essas modalidades das demais formas de utilização do Pix.
Como o usuário pode alterar o limite
Quem quiser aumentar ou reduzir o valor permitido para o Pix por aproximação deverá fazer a solicitação à instituição financeira. O procedimento pode variar entre os bancos, mas a gestão dos limites deve estar disponível nos canais da instituição.
A mudança começa a valer nesta quinta-feira, conforme previsto na Instrução Normativa BCB nº 746.
Como funciona o Pix por aproximação
A modalidade utiliza a tecnologia NFC, que permite a comunicação entre o celular e o terminal de pagamento. Para realizar a operação, o usuário aproxima o aparelho da máquina, confere os dados apresentados e confirma o pagamento conforme o procedimento de segurança exigido.
Antes da mudança, o limite específico do Pix por aproximação era de R$ 500 por transação. O Banco Central estabeleceu a retirada desse teto fixo para que a modalidade passe a seguir a lógica de limites definida para outras formas de iniciação do Pix.
























