A prévia da inflação oficial do país, o IPCA-15, registrou alta de 0,06% em julho, segundo dados divulgados pelo IBGE. No acumulado de 12 meses, o índice chega a 4,52%.
Os principais responsáveis pelo avanço dos preços foram os gastos com habitação e saúde. A energia elétrica residencial teve aumento de 3,03%, impulsionada pela bandeira tarifária amarela e por reajustes em algumas regiões.
O grupo de saúde e cuidados pessoais também pesou no índice, com alta de 0,28%. Entre os itens que ficaram mais caros estão produtos de higiene pessoal e planos de saúde.
Na outra ponta, a queda nos preços dos alimentos ajudou a conter a inflação. O grupo alimentação e bebidas recuou 0,66%, com destaque para a redução de preços do tomate (-19,95%), batata-inglesa (-10,03%) e café moído (-3,13%).
Apesar da desaceleração em julho, o resultado mantém a inflação acima do centro da meta estabelecida para 2026, que é de 3%, com limite superior de 4,5%.
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