Uma moradora de Ilhota, usou nessa manhã de quarta-feira (02) as redes sociais um vídeo em formato de desabafo e denúncia cobrando posicionamento do poder público municipal a respeito da paralisação das atividades escolares na rede de ensino. Segundo o relato apresentado pela mãe, os estudantes já estariam há cerca de um mês sem aulas presenciais em razão do andamento de obras e reformas estruturais nas unidades.
No depoimento gravado, a moradora questiona a ausência de prazos definidos por parte da Secretaria de Educação e das empresas responsáveis pela execução dos serviços. Ela destaca que a interrupção prolongada no calendário letivo afeta diretamente o desenvolvimento pedagógico e impõe sobrecarga aos pais, que precisam conciliar as jornadas de trabalho com o envio de tarefas impressas para cumprimento doméstico.
O desabafo enfatiza ainda a situação enfrentada por famílias de crianças neurodivergentes, que demandam suporte especializado de profissionais como neurologistas, fonoaudiólogos e psicólogos pela rede pública.
A mãe pontua que intervenções estruturais deveriam ser programadas prioritariamente durante o período de férias escolares, com o objetivo de evitar a interrupção do ano letivo e assegurar o direito à educação com equidade.



























