A morte de Darya Shipilova, uma jovem de 28 anos funcionária de um centro de pesquisa sobre a peste na Sibéria, provocou uma onda de especulações e cobranças internacionais por transparência. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, instou o governo da Rússia a divulgar mais informações sobre o caso ocorrido em 2 de outubro em Shelekhov.
Embora autoridades russas tenham inicialmente associado o óbito à peste, elas agora negam a ligação, apesar de veículos de imprensa independentes relatarem quarentenas na região de Irkutsk.
O que se sabe sobre o caso
- A vítima: Darya Shipilova trabalhava no Instituto Antipeste da Sibéria e do Extremo Oriente, foi hospitalizada no final de setembro e faleceu três dias depois.
- Medidas de restrição: Após a morte, o hospital foi colocado em quarentena, uma fábrica local de alumínio decretou o uso obrigatório de máscaras e um grande evento público em Irkutsk foi cancelado.
- Monitoramento: Cerca de 197 pessoas que tiveram contato com a pesquisadora foram colocadas sob observação médica, motivando a intervenção de altos funcionários federais de saúde e a chegada da principal médica sanitarista da Rússia à região.
Especialistas reforçam que, embora a doença seja transmissível de pessoa para pessoa e possa ser fatal, ela é tratável com o uso de antibióticos, tornando a possibilidade de uma pandemia muito remota



















